“A imagem é tudo!”, lembro de uma campanha publicitária que tinha essa frase de impacto, seguida de “Obedeça a sua sede”. Quer dizer, viu algo que gostou? Deu vontade? Então, tenha! No caso era de bebida, então beba!

E assistindo o vídeo da UNICEF, em que uma garotinha (atriz) de 6 anos é deixada na rua sozinha para ver a reação das pessoas, ficou o questionamento, “Estão vendo alguém necessitado? Ajude quem precisa!”.

 

 

Enquanto a garotinha estava bem vestida a reação das pessoas foi de querer ajudar e quando suja a rejeitaram. Era a mesma garota! Cadê o Amor Incondicional? Cadê a Empatia? Sumiu conforme a “Imagem”? É realmente triste!

Vivemos numa fase de amores condicionais, do “amo se…”, se “eu” tiver vantagens. A cada criança que está na rua sem chance de uma vida digna é a prova de que não somos pessoas tão boas.

Tudo que é atrelado ao nosso “eu”, ao nosso ego, é condicionado.

A mãe que ama o filho e se priva de ter seus momentos de realização pessoal não está exercendo o Amor Incondicional. Ela exerce o Amor Condicionado a tudo que ela acredita ser bom e certo. O Amor Incondicional é amar o desconhecido, é amar sem ter elo.

Um “mundo melhor ” depende do que entendemos ser certo e o valor que damos as coisas desse mundo.

Por esse motivo valorizo o trabalho voluntário. E esse ano, voltei a me dedicar a Instituição Esperança Sem Limites. Sou contra ajudar crianças nos semáforos, as que ficam nas ruas. Pois acabamos as mantendo nas ruas dando dinheiro ou qualquer outras coisas. E prefiro apoiar os projetos que oferecem condições das crianças carentes terem uma vida com dignidade.Se sentirem vontade de ajudar entre em contato com as Entidades da sua cidade.

A virada de página, a conquista de um mundo melhor está nas nossas mãos. Vamos ajudar quem está na nossa vista.