O Ministério da Cultura é importante como o Ministério da Educação também é. Nesse caso não tem um Ministério mais importante do que o outro.
 
O problema nesse país é a falta de entendimento que precisamos nos unir. E acabar com essa história de levantar bandeiras. E dizer que gosta mais de azul do que vermelho e vice-versa.
 
Qual é a melhor forma de ensinar uma criança? É dando um pacote de livros para quem não sabe ler? É simplesmente dizer pra ela que ela precisa ser educada e respeitar as pessoas? Não é!
 
A melhor foma é dando bons exemplos para as crianças. E fazer isso de forma lúdica, pelo menos, deveria ser! É através de peças de teatro, de livros de estórias, de desenho animado que as crianças terão facilidade de aprender.
 
Essa é a chance do nosso país ser diferente e melhor. A chance de se ver algum tipo de ORDEM E PROGRESSO nessa zona política.
 
Mas, o que acontece na realidade? Não existe conexão entre os Ministérios. Daí, tem um povo que acha que tá certo acabar com o Ministério da Cultura. O que seria certo era acabar com esse bando de político corrupto e sem nenhum tino para governança política. E que concede verba pra os projetos errados.
 
Porque pra quem não sabe tem duas produções brasileiras, que sei que são profissionais em busca de melhorar a situação social do país, e que se dedicam ao extremo para lançar seus trabalhos. Com pouca verba pra conseguirem fazer diferença positiva nesse país. Quem quiser saber mais sobre os filmes que me refiro acessem as páginas do filme “A menina que dançou com o diabo” (produção Coletivo Kino Olho de Rio Claro) e “Coisa-Malu” (curta infantil que produção de um pessoal da Unicamp).
 
O pessoal do Coletivo Kino Olho tem um trabalho com alunos de escolas públicas. Eles estão incentivando jovens a ter um oficio que não seja transportar droga nas comunidades. Quem vai continuar dizendo que não precisa do Ministério da Cultura?
 
Nunca vi maldade maior do que opiniões extremistas sem conhecimento de causa, tem muita gente com atitudes ruins nesse país e não é só em Brasília.
 
Eita, meu povo e minha porva!