#FicaADica: é preciso se EDUCAR A DISTÂNCIA! Cada um no seu canto! Entender o valor e o significado do que é empoderamento, amor e democracia, para se construir um ambiente social com qualidade. Trabalhando o individual para contagiar positivamente o coletivo. É o #ead!
Um dos discursos mais acomodados, e muito compartilhado nas redes sociais, é: “fulano me representa”. Diante de uma fase em que as pessoas buscam o EMPODERAMENTO PESSOAL existe uma contradição nos discursos e nas atitudes.

Por que as pessoas preferem ser representadas do que se apresentarem? É vergonha? É medo? É sem-vergonhice? Qual é o real motivo?

Algumas pessoas se escondem nas opiniões dos outros, ignorando suas próprias necessidades e deveres.

Muitas pessoas querem uma vida melhor, mas nem sabem dizer o que é uma vida melhor. Estão apenas desesperadas por ver o fim das discussões e ver uma solução relâmpago de seus problemas, que em sua raiz, podem ter sido causadas por elas mesmas.

Quase sempre o oprimido é opressor. Afinal, quem se cala diante de um problema, negando qualquer tipo de informação, está negando a chance de solução. Está se oprimindo, sendo um opressor-omisso. Como também, aquele que motiva uma decisão errada, sem embasamento, conhecimento da realidade e do histórico da situação, está causando uma tremenda injustiça. É também um opressor nesse sistema.

Até quando vamos viver nessa sociedade alienada das próprias alegrias e fracassos? A sensação é que as pessoas estão brincando de “bem me quer e mal me quer”, como se dissesse “esse me representa e esse não me representa”. E no final, quando acabam as pétalas, as opções de palpites, aguardam a milagrosa solução. Que nunca virá! Porque cada um tem que traçar o seu próprio futuro, isso não é função do outro ou do governo que rege o país. É responsabilidade de cada indivíduo e da união dos mesmos.

O histórico político do Brasil sempre evidenciou injustiças. Porque a indignação e o espanto, com a realidade que se vive hoje? Será que o número de evasão escolar é maior do que a estatística?

Então #ficaadica do que o Brasil realmente precisa antes de querer decidir culpar apenas uma pessoa sobre erros coletivos:

#‎empoderamento‬ é individual! Se cada um se conhecer profundamente e se aceitar, conseguirá aceitar o outro da forma que ele é.

‪#‎amor‬ a gente cultiva! Só por amor a gente consegue conviver com o que é diferente.

‪#‎democracia‬ é a gente que faz! Cada um deve estar ciente de seus direitos e deveres perante a sociedade.

‪Mais ‪#‎ead‬, por favor! Vamos nos <strong>EDUCAR A DISTÂNCIA</strong>! Focando no empoderamento, no amor e na democracia.

E mesmo no ambiente rotineiro é possível fazer uso do #ead. Por exemplo: buscando sua realização pessoal; compartilhando textos agradáveis pelo facebook; pensando antes de ter uma reação estúpida em uma situação que pode ser resolvida com calma; devolvendo o dinheiro a mais que caixa da padaria deu erroneamente. São diversas as maneiras se cada um se concentrar em si conseguirá enxergar o que precisa mudar.

O processo é individua. Buscando igualdade, com empatia e atitudes coerentes.

Mais #ead, por favor!

 

Texto primeiramente publicado no site Obvious, o qual sou colaboradora com a página INconvencional – http://obviousmag.org/inconvencional/2016/04/ead-empoderamento-amor-democracia.html